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ABRETI | Mercado

Título: Teça 3 muda até novembro
Veículo: Jornal do Comércio - Manaus
Seção: Economia
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A Infraero está investindo cerca de R$ 600 mil no Teca 3, do Aeroporto Internacional de Manaus, para quadruplicar a capacidade de armazenagem do terminal de cargas, de 3.000 toneladas para 12 mil toneladas por mês. A obra teve início quinta-feira (22) e a previsão de conclusão está programada para novembro deste ano, sem paralisação das atividades. Conforme o superintendente regional do Noroeste da Infraero (Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária), Mario Jorge Fernandes de Oliveira, a obra irá dar maior confiabilidade na capacidade de processamento das cargas.

“Além disso, as empresas do PIM (Pólo Industrial de Manaus) terão possibilidade de gerar aumento em seu volume de cargas. Como conseqüência, serão gerados emprego e renda para todos”, destacou Oliveira. O superintendente informou que as cargas destinadas às fábricas do pólo respondem por 95% do volume que passa pelos terminais. O continente asiático e os Estados Unidos são os maiores remetentes de insumos e componentes para as indústrias.

A regional Noroeste é responsável pelos Aeroportos dos Estados do Amazonas (Manaus, Tefé e Tabatinga), do Acre (Rio Branco e Cruzeiro do Sul), Rondônia (Porto Velho) e Roraima (Boa Vista). O projeto prevê a instalação de salas de órgãos públicos, como o Ministério da Agricultura, Receita Federal, Ibama-AM (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis no Amazonas) e Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o setor de liberação de produtos da gerência de logística de carga, além da adequação do armazém no terminal.

O serviço é necessário para o completo alfandegamento do Teca 3 e atendimento as solicitações dos órgãos públicos previstas na legislação. Atualmente, o terminal gera 60 postos de trabalho diretos e mais 145 indiretos. Com as novas instalações, o número de empregos terceirizados vai saltar para 195 funcionários.

Outras obras
O Teca 3 inaugurou sua parte civil (galpão) em 14 de dezembro de 2004 e, no decorrer dos anos, está sendo equipado para ser totalmente operacional. Para isso, a Infraero estima investir R$ 33 milhões em automação. “Estamos no final do processo de licitação. Vamos adquirir elevadores apropriados, que irão acondicionar a mercadoria sem contato humano”, explicou o superintendente da Infraero. “O resultado é que aumenta a segurança, diminui as possibilidades de armazenamento errôneo e até de sinistro”, complementou Oliveira.

No início do próximo mês, o pátio de aeronaves cargueiras do Aeroporto Internacional de Manaus será ampliado. Após sua conclusão, o local terá capacidade para receber mais cinco aviões, tanto de pequeno, médio ou grande porte. Os investimentos são da ordem de R$ 8 milhões.

Indústria do PIM é a principal cliente
Segundo o gerente de logística do aeroporto, Aldecir de Oliveira Lima, houve aumento de 50% nos volumes de cargas, conseqüência dos bons resultados de desempenho do Pólo Industrial de Manaus. Somente nos cinco primeiros meses deste ano, as importações aéreas cresceram 39%, em relação ao mesmo período de 2005. “Se não estruturarmos o terminal, seremos um gargalo para as indústrias locais”, afirmou Lima.
Em função da queda do dólar, o aumento no volume das cargas fez o contraponto, fazendo com que o faturamento da Infraero/Manaus tivesse 15% de crescimento entre os meses de janeiro a maio de 2006, em comparação ao mesmo período do ano passado.

Movimento crescente
O terminal de cargas de Manaus, devido às operações das indústrias e comércio locais, é o terceiro em movimentação de cargas em todo o país, perdendo apenas para o do Estado de São Paulo.
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